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A DOENÇA POR CORONAVÍRUS E AS PEQUENAS REUNIÕES PÚBLICAS

Vacinação X Esclarecimento

Gentesss… De uma vez por todas, vamos esclarecer “o que é”, e o “por que”, da vacinação, e com bom humor?

Então, vamos lá: A vacinação é uma forma simples, segura e eficaz de proteger as pessoas contra doenças nocivas, antes que entrem em contato com elas. Ele usa as defesas naturais do seu corpo para criar resistência a infecções específicas e tornar o sistema imunológico mais forte.

As vacinas treinam o seu sistema imunológico para criar anticorpos, da mesma forma que quando é exposto a uma doença. No entanto, como as vacinas contêm apenas formas mortas ou enfraquecidas de germes, como vírus ou bactérias, elas não causam a doença nem colocam você em risco de sofrer quaisquer complicações. A maioria das vacinas é administrada através das injeções (aiii…), mas algumas são administradas por via oral (pela boca) ou pulverizadas no nariz (argh!…).

A vacinação é uma forma segura e eficaz de prevenir doenças e salvar vidas (agora mais do que nunca). Hoje existem vacinas disponíveis para nos proteger contra pelo menos 20 doenças, e entre elas estão às clássicas e os clássicos: a difteria, o tétano, a coqueluche, a influenza e o sarampo. Juntas, essas vacinas salvam a vida até 3 milhões de pessoas todos os anos! É mole?…

Quando somos vacinados, não estamos apenas protegendo a nós mesmos, mas também àqueles que estão ao nosso redor. Consegue entender isso?… Bom, mas algumas pessoas, como aquelas gravemente doentes, são aconselhadas a não tomar certas vacinas; portanto, dependem de nós para se vacinar e ajudar a reduzir a propagação da doença.

Durante esta “pandemonia” do COVID-19, a vacinação continua a ser extremamente importante. E falando mais sério, a pandemia causou um declínio no número de crianças que recebem imunizações de rotina, o que pode levar a um aumento de doenças e morte por doenças evitáveis. A OMS exortou, ou seja, convenceu  os países a garantir que a imunização essencial e os serviços de saúde continuem, apesar dos desafios colocados pelo COVID-19.

As vacinas reduzem os riscos de contrair uma doença, trabalhando com as defesas naturais do seu corpo para construir uma significativa proteção. Quando você recebe uma vacina, seu sistema imunológico responde assim:

  • Ele reconhece o germe invasor, seja ele o vírus ou a bactéria.
  • Produz anticorpos. Os anticorpos são proteínas produzidas naturalmente pelo sistema imunológico para combater doenças.
  • Reconhece a doença e como combatê-la. Se você, futuramente, for exposto ao germe, o seu sistema imunológico poderá destruí-lo rapidamente, e bem antes que você se sinta mal. Até aqui, tudo bem? Ótimo!

A vacina é, portanto, uma forma segura e inteligente de produzir uma resposta imunológica dentro do seu corpo, sem causar doenças. Nosso sistema imunológico funciona como um dispositivo, pois foi projetado para lembrar. Depois que somos expostos a 1 ou mais doses de uma determinada vacina, normalmente permanecemos protegidos contra uma famigerada doença por anos, décadas ou até mesmo por toda a vida (quando vivemos bastante, e faço votos que aconteça). É isso que torna as vacinas tão eficazes. Ao invés de tratar uma doença depois que ela ocorre, as vacinas nos previnem, em primeiro lugar, de adoecer.

Porém… Todavia… Contudo… Qualquer decisão de realizar um evento durante a pandemia COVID-19, não importa que seja grande ou pequeno, deve basear-se em uma abordagem baseada no risco! E agora é sério! A OMS forneceu orientações sobre como essa abordagem baseada no risco pode ser adotada. Estas perguntas e respostas são focadas em pequenos encontros e eventos não profissionais (ou seja, festas de aniversário, jogos infantis de futebol, ocasiões familiares). As precauções a serem consideradas incluem ações para prevenir a transmissão entre as pessoas e onde manter o local e como ele pode ser modificado para tornar um ambiente mais seguro. Cancelar um evento planejado é uma opção que deve sempre ser considerada, especialmente no caso de eventos não essenciais ou quando precauções não podem ser implementadas ou comunicadas de forma adequada. Lembre-se de uma coisa: ISTO É UMA PANDEMIA, e não “Férias de Verão”, tá entendido?

 

Mesmo assim, para os “maus entendedores” de plantão, que vierem a participar de uma  reunião, por menor que seja, ou de um evento social, como um casamento, uma festa ou um torneio esportivo, por exemplo, que precauções se devem tomar para não só a você como ainda, às outras pessoas contra a infecção pelo COVID-19?

Pois bem, então vamos a elas:

  1. Sempre verifique os regulamentos locais antes de participar de qualquer evento.
  2. Fique em casa se não estiver se sentindo bem.
  3. Caso não seja possível, cumpra sempre as seguintes 3 medidas preventivas básicas:
  • Mantenha uma distância de pelo menos 1 metro de outras pessoas e use uma máscara se não puder garantir essa distância.
  • Cubra um espirro ou tosse com um lenço de papel ou com o seu cotovelo dobrado (e descarte imediatamente o lenço em um recipiente com tampa fechada, viu?). Evite tocar nos olhos, o nariz e na boca.
  • Lave as mãos frequentemente com água e sabão ou com um desinfetante para as mãos.

Se for você quem estiver organizando um evento, também não é diferente, siga estes protocolos importantíssimos:

  1. Sempre verifique as diretrizes locais antes de planejar seu evento.
  2. Informe os convidados sobre as precauções antes do início do evento; durante o evento, lembre os convidados desses cuidados e garanta que sejam seguidos.
  3. Escolhas locais ao ar livre ao invés de espaços internos – se for dentro de casa, certifique-se de que a área seja (e esteja) bem ventilada.
  4. Minimize o congestionamento escalonando chegadas e partidas, numerando entradas, designando assentos / lugares e marcando o piso para garantir um distanciamento físico entre as pessoas de pelo menos um metro.
  5. Forneça todos os suprimentos necessários – estações de higiene das mãos, desinfetante para as mãos ou água e sabão, lenços de papel, lixeiras com tampa fechada, marcadores de distância e… Máscaras! Falou?…

 

Fonte: WHO – WORLD HEALT ORGANIZATION

Edição e Textos: Theo G Fox

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