Vírus, suor e cerveja… Afinal… A pandemia acabou ou não?…

Vírus, suor e cerveja… Afinal… A pandemia acabou ou não?…

Será que o carioca poderia responder com sinceridade? Pois o que se tem visto, ultimamente, nos leva a acreditar que o efeito pandemia já não convence mais. E uma infecção por Coronavírus, será que o fará entender? Nós sabemos que uma praia com uma “lua” dessas de rachar bambuzais, iluminando toda a orla com seus raios reluzentes em meio às ondas, é no mínimo, muito “tentador”, não é mesmo? Mas, será que compensa o risco?… Ou será que o carioca prefere tentar a dor?…

Basta ver, diariamente, os índices de infectados e de óbitos, devido ao Covid 19 que são divulgados através dos veículos (sérios) de comunicação. Mas, ao que parece, nem assim o carioca se convence de que a pandemia ainda está em cena e pronta para alterar o roteiro da vida de cada um que ousar desafiá-la. Um exemplo são as praias lotadas como se estivéssemos em pleno verão Rio 40°, de 2019, com a preocupação voltada apenas aos riscos de arrastões, assaltos ou tiroteios, fatos comuns até então. E mais: os frequentadores (carinhosamente conhecidos como banhistas), salvo exceções, permanecem aglomerados e sem máscaras! Talvez seja para não deixar marcas no rosto, mas sim, nos pulmões.

E aí vem a pergunta: “Mas, qual é o problema em ir à praia, se lá é um “campo” aberto?” E logo chega à resposta: “Nenhum. Entretanto, o ambiente pode ser aberto, mas a aglomeração é fechada.” Se todos obedecessem aos protocolos de segurança, não haveria, realmente, problema algum, Mas não é isso que ocorre.” Podemos citar, mais uma vez que, se entre as pessoas aglomeradas e sem o uso da máscara protetiva, estiver alguém que esteja com o vírus em atividade, este contaminará no mínimo mais 3 ou 4 pessoas que, poderão ser assintomáticas, mas expelirão o vírus à outra que possa transmitir à uma terceira que tenha algum tipo de ‘comorbidade’, e esta, sem dúvidas, ser levada à óbito. Quer ver a prova? É só dar uma chegadinha até os pronto socorros como o Lourenço Jorge, e em UPAs ou então em hospitais, como o Miguel Couto, o Souza Aguiar, o Rocha Faria, o Pedro Ernesto e outras clínicas, sobretudo, as particulares… Todavia, a pergunta permanece: “Quantas vidas será preciso perder, para encontrar o bom senso?…”

 

-Theo G Fox-
Foto: https://www1.folha.uol.com.br/

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